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QUARTA-FEIRA, 22 de NOVEMBRO de 2017

SUPER SALÁRIO

Ministra que ganha R$ 33 mil se sente em ‘trabalho escravo’

A ministra Luislinda Valois, titular dos Direitos Humanos pediu ao governo federal para receber salário além do teto constitucional. Ela quer que o seu salário de 33 mil reais, passe para 61 mil reais

02 de novembro de 2017

Ministra Luislinda Valois, que recebe R$ 33,7 mil de salário acha que ganha pouco e pede para dobrar o valor

Fonte: Gazeta do Povo / Estadão

A ministra Luislinda Valois, dos Direitos Humanos, comparou o recebimento de um salário de R$ 33,7 mil mensais ao trabalho escravo. Luislinda, que também é desembargadora aposentada, redigiu pedido de 207 páginas para poder acumular seu salário de aposentada com o de ministra, que no total chegaria a R$ 61,4 mil, conforme noticiou nesta quinta-feira (2) o jornal “O Estado de S.Paulo”.

Por lei, há limitação no valor que um servidor pode receber, somando suas remunerações. O teto constitucional é de R$ 33,7 mil. No documento, ao pedir integralidade do salário, a ministra afirma que “o trabalho executado sem a correspondente contrapartida, a que se denomina remuneração, sem sombra de dúvidas, se assemelha ao trabalho escravo, o que também é rejeitado, peremptoriamente, pela legislação brasileira desde os idos de 1888 com a Lei da Abolição da Escravatura”.

A ministra Luislinda Valois, em solenidade de posse no cargo de Ministra, presidida pelo presidente Michel Temer

“Ao criar o teto remuneratório, não se pretendeu, obviamente, desmerecer ou apequenar o trabalho daquele que, por direito adquirido, já percebia, legalmente, os proventos como sói acontecer na minha situação”, afirma ela, no pedido protocolado na Justiça.

O texto do “Estado de S. Paulo” lembra que, como ministra, Luislinda Valois tem direito a carro com motorista, viagens em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB), cartão corporativo e imóvel funcional.

Depois da publicação da entrevista, Luislinda afirmou ao “Estadão” que acredita ser seu direito receber os dois salários. Ela afirma que seu cargo lhe impõe custos como se “vestir com dignidade” e “usar maquiagem”. Segundo a entrevista, ela não se arrependeu de ter comparado seu trabalho ao de um escravo. “Todo mundo sabe que quem trabalha sem receber é escravo”, disse.

 

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