Banner Topo – Datapicos Banner Topo Colégio Santa Rita Banner Topo – Lab. Marcello Albano Banner topo – Piauí Shopping Banner Topo Pivel
amarca

QUARTA-FEIRA, 23 de AGOSTO de 2017

ESTUDO

Estudo afirma que pessoas ‘mais espertas’ fumam menos

Um novo estudo descobriu 52 genes ligados à inteligência e concluiu que pessoas "mais espertas", nunca haviam fumado ou tinham conseguido parar

25 de maio de 2017

Segundo novo estudo, pessoas com variações genéticas “mais inteligentes” tinham menos probabilidade de fumar ou mais tendência a conseguir largar o vício (Kiyoshi Takahase Segundo/Getty Images/iStockphoto/VEJA)

Fonte: Veja

Afinal, a inteligência é hereditária? Segundo um estudo publicado na revista científica Nature, sim. A equipe de pesquisa da Universidade Livre de Amsterdã, na Holanda, identificou 52 genes ligados à inteligência humana, sendo 40 deles inéditos. A pesquisa revelou também que pessoas “mais espertas” – leia-se, que tiveram melhor desempenho em testes de QI – nunca haviam fumado.

A pesquisa

A equipe analisou amostras de cerca de 80.000 pessoas selecionadas a partir do banco de dados biológico do Reino Unido. Para identificar como os genes atuavam na inteligência, os cientistas estudaram as similaridades das sequências genômicas entre gêmeos e suas pontuações de QI. Os testes mostraram que os gêmeos idênticos tendem a ter resultados mais parecidos entre si do que entre os gêmeos fraternos.

Com o uso de tecnologia avançada, os cientistas puderam identificar os marcadores genéticos por trás dos bons resultados. Foram encontrados 52 genes ligados à inteligência humana, sendo 40 deles inéditos. Curiosamente, as variações genéticas “mais inteligentes” foram mais frequentes entre aqueles que nunca fumaram. Elas também foram observadas entre aqueles que fumaram, mas conseguiram parar.

Porém, os genes identificados representam apenas uma parcela das variações obtidas nos exames. “Isso significa que temos um longo caminho a percorrer e ainda existem muitos outros genes importantes a serem descobertos”, explicou Danielle Posthuma, principal autora do estudo.

Fatores ambientais

No entanto, as influências externas também representam um papel fundamental nas habilidades mentais. O ambiente exerce seus próprios efeitos no aprendizado e funcionamento do cérebro. Em locais insalubres, por exemplo, com presença de chumbo na água potável e a deficiência de iodo podem prejudicar o desenvolvimento intelectual das crianças, sendo necessária a suplementação.

“Entender a biologia de algo não significa reduzi-la ao determinismo”, explicou Stuart Ritchie, geneticista da Universidade de Edimburgo. A miopia, por exemplo, apesar de seus fatores genéticos, pode ser corrigida com o uso de óculos.

Genes descobertos

O próximo passo é entender os genes descobertos. Quatro dos genes identificados são conhecidos por controlar o desenvolvimento de células e outros três por atuar no funcionamento dos neurônios. Para entender o que torna esses genes especiais na formação do intelecto, os cientistas afirmaram que serão necessários experimentos em células cerebrais.

Os pesquisadores acreditam que muitos outros genes relacionados à inteligência ainda são desconhecidos e para entendê-la é preciso considerar suas variações genéticas. No recente estudo, a equipe avaliou apenas uma amostra da população europeia.

No entanto, estudos anteriores mostraram que as variações dentro de um grupo podem limitar a compreensão em relação a outras populações. Comparar variações genéticas entre diferentes grupos pode ser uma linha de pesquisa importante.

Notícias de Ciência & Saúde

TV Folha Picoense

Solo de violão, incrível…

Publicidades

BAnner Lateral – Lab. Marcello Albano
Banner Lateral – Novajet
Banner lateral – Sintracs
Banner Lateral – Dr. José Almeida Leal
Banner lateral – New Motos Honda
Cultura FM ap – Lateral
Banner Lateral – Casa do Automóvel
Banner Lateral – Central papelaria
Banner Lateral – Dr. Alisson Cavalcanti
Banner Lateral – A Formula
Dia Mundial Com – Lateral