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DOMINGO, 19 de NOVEMBRO de 2017

UMA AULA

Meus homônimos dividem comigo a mesma “Rede”

Nunca imaginei ter tantos homônimos. Eles vão desde o motorista preso e enrolado por uma folha de delitos, até autoridades importantes, como um coronel da polícia – e comandante de batalhão - no Rio de Janeiro

23 de agosto de 2017

Gilson Chagas, no centro da imagem, brinda – mais uma vez – os leitores da Folha Picoense com um texto para ser reverenciado

Gilson Chagas

Esta internet é mesmo um universo fascinante e pródigo em fontes de informações e conhecimentos – opções boas e nem tanto. Uma viagem do luxo ao lixo, com pausas para degustações “in” e “out”, ao gosto do freguês. Nela, “o que dá pra rir, dá pra chorar”; “a mão que acaricia é a mesma que apedreja”. E, como viu Deus no processo de criação do mundo, é preciso “fazer separação entre as trevas e a luz”. Isto é, o joio e o trigo, embora vizinhos, não são nem parentes distantes.

Na veiculação de anúncios, por exemplo, a internet tem poder demolidor, quiçá, imbatível. Mas, às vezes, ou quase sempre, mistura alhos com bugalhos: o gato está bem ali ao lado – e no mesmo preço – da lebre.

No caso específico de meus livros, as editoras que os publicaram encarregam-se também da divulgação. Sou apenas um figurante, que sequer aparece na foto. E é assim que os vejo anunciados em livrarias físicas e virtuais de variadas estirpes´- incluindo Casas Bahia, Submarino, Lojas Americanas etc. Evidente que Isso seria muito bom, se nessa terra de ninguém não pegassem carona os sebos, os estabelecimentos piratas e outras vitrines politicamente incorretas. Existem, por exemplo, portais oferecendo meu romance Música para Pensar (pasmem!) autografado pelo autor; edições antigas de minhas obras contábeis, já usadas ou com capas apócrifas; e até livros de autoajuda com meu nome no “frontispício” Nada tenho contra esse gênero – até já publiquei dois livretos com ensaios bíblicos – mas as obras de autoajuda são de outro e eu não posso me apropriar de algo que não possuo. Certamente elas têm como autor algum dos meus xarás espalhados pela rede.

Nunca imaginei ter tantos homônimos. Eles vão desde o motorista preso e enrolado por uma folha de delitos, até autoridades importantes, como um coronel da polícia – e comandante de batalhão – no Rio de Janeiro. Nesses tempos de violência e vinganças, gratuitas ou pagas, não apenas aviso, mas até apelo aos navegantes:- olhai bem, adeptos e desafetos do motorista ou do coronel: prestai atenção no exemplar que move vossos interesses! Eu sou o outro, o Gilson Chagas que “em vossa presença habita; (José Gilson das Chagas, de Santo Antônio de Lisboa, primogênito de seu Pedro Chagas e dona Maria), carrego no peito um baú de afetos por pessoas e terras que no curso dos anos conheci e aprendi a amar; dirijo só para o consumo doméstico, nunca vesti uma farda da PM, e aquele arsenal explosivo não é meu. A única arma que manejo é a “espada do Espírito”. Não sei atirar nem mesmo de estilingue – que, nas capoeiras de minha infância, chamávamos de baladeira. Aliás, nunca marquei o cabo da minha com um risquinho sequer, como faziam meus amigos caçadores, para registrar cada passarinho que diziam ter abatido. É que, além de não saber atirar, eu também não aprendi a mentir.- “inabilidades” que me limitam até hoje.

Olhai! Sou um pacato professor e escritor – não de autoajuda – mas de poemas, textos bíblicos e romances seculares. E, nas décadas mais recentes, tenho redigido obras contábeis para profissionais, acadêmicos e concurseiros.

Reconheço, porém, que a homonímia é um fato inevitável, que ora traz louros indevidos para uns; ora vira pedra de tropeço para outros. Sendo assim, eu, (José) Gilson Chagas, um simples mortal que veio de bem longe, posso até ser confundido hoje com um homônimo da direita, da esquerda, ou um atacante de centro, Mas, barbas de molho, treino e “bato o ponto” de segunda a sábado, para, quem sabe, um dia poder ganhar o campeonato, receber “bicho” e troféu como artilheiro, sem que qualquer juiz possa me tomar por outro e botar na súmula, por engano, que marquei algum gol contra meu time do coração.

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Gilson Chagas é Mestre em Ciências Empresariais/Contabilidade, Especialista em Auditoria e bacharel em Ciências Contábeis. Tem cursos profissionalizantes em jornalismo e comunicação em rádio e estudos extensivos em teologia e outras áreas. Atualmente é Professor de Ciências Contábeis e gestão de tributos da Faculdade Processus, em Brasília –DF. É escritor com dez livros publicados até aqui.

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