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TERÇA-FEIRA, 12 de NOVEMBRO de 2019

OPINIÃO

A era devastadora das Fake News e milícias digitais

Elas se propagam com rapidez através de mecanismos de disparos automáticos

24 de outubro de 2019

Elas se propagam com rapidez através de mecanismos de disparos automáticos e podem, em pouco tempo, transformar mentiras em “verdades” incontestáveis. No mundo contemporâneo e de inovações tecnológicas, não existe um manual de sobrevivência que ensine as pessoas a se desvencilharem dos efeitos devastadores das “fake news” e das milícias digitais.

O Procurador da República Deltan Dallagnol e o Ministro da Justiça Sérgio Morro cerraram intrépida cruzada contras as fake news (Foto: Agência Brasil)

Quando esses pacotes de notícias falsas são lançados na rede mundial de computadores, a sensação é de que a verdade submerge em um mar de incertezas, abrindo “janelas” para mentiras virtuais que, aos poucos, ganham proporções inimagináveis.

Nesse contexto, é compreensível e até natural que o cidadão comum defenda com certa veemência, o controle absoluto da internet e, consequentemente, iniciativas capazes de ampliar ações de fiscalização em um “mundo” cibernético que mais parece terra de ninguém.

Alguns Países conservadores e fundamentalistas, onde a religião e a doutrina ditam as regras, tiveram que adotar medidas extremas. Proíbem, por exemplo, que cidadãos comuns tenham acesso à internet sob a alegação do grau de nocividade imprimido, supostamente, por essas novas mídias.

Este grupo de autoridades tem estado na alça de tiro das fake news do furacão político (Foto: Agência Brasil)

No entanto, diferentemente dessas nações tradicionalistas, o Brasil decidiu apostar na abertura de agências especializadas em checar conteúdos de procedência duvidosa, amplamente difundidos na internet. Essas empresas são desafiadas a revelar perante leitores e telespectadores, a real distinção entre aquilo que é fato e o que, objetivamente, pode ser considerado fake.

Assim, considerando o fato dessas  ações se propagarem quase que em círculos viciosos, faz-se necessário a imediata edição de um novo modelo de legislação. Uma proposta de cunho alternativo, preferencialmente de viés democrático e participativo onde o cidadão se sinta protegido da propagação gratuita de injúrias, difamações e calúnias virtuais. Quem sabe a regulamentação do Marco Civil da internet possa apontar um novo caminho.

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José Pereira de Sousa Filho – J. Pereira – É  Bacharel em Comunicação Social – Jornalismo –  pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI). Jornalista e Radialista Profissional, tem experiência e passagem pelo jornalismo impresso, rádio, TV e Web.

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