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SÁBADO, 24 de JUNHO de 2017

INTERNET

Descoberta interrompe ‘sequestro’ de computadores ao redor do mundo

Um pesquisador na área de segurança da informação disse à BBC como ele acidentalmente interrompeu a contaminação de centenas de organizações no Reino Unido e ao redor do mundo na sexta-feira

13 de maio de 2017

Em dezenas de países mundo a fora foi redobrada a vigilância do espaço cibernético

Fonte: BBC

Foi uma aparente campanha de ransomware – em que computadores são infectados com um vírus que codifica e “sequestra” os arquivos. Os invasores, então, pedem um “resgate”: ameaçam destruir (ou tornar públicos) os arquivos caso não recebam dinheiro.

Conhecido pelo apelido com que opera online, MalwareTech, o pesquisador estava analisado o código que fazia funcionar o vírus responsável pelo ataque.

O pesquisador percebeu que o programa tentava contactar um endereço de internet incomum (iuqerfsodp9ifjaposdfjhgosurijfaewrwergwea.com), que não estava registrado.

MalwareTech, então, gastou o equivalente a R$ 35 reais para “comprar” endereço. Com isso ele, conseguiria analisar o comportamente do vírus.

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Porém, ele depois ele percebeu que a operação de registro interrompeu o processo do programa de se propagar.

“Foi algo acidental. Passei a noite inteira investigando”.

O que aconteceu?

Originalmente, especulou-se que quem está por trás do vírus teria incluído um “botão de autodestruição”. Mas Malware acredita que se tratava de um mecanismo para saber se o programa estava sendo monitorado por pesquisadores da área de segurança da informação no que se chama de “máquina virtual” – uma espécie de ambiente de quarentena para vírus.

“Isso fez com que o programa parasse para evitar análises externas”, disse MalwareTech.
“Quando registrei o site, isso fez com que todas as ‘infecções’ ao redor do mundo se desativassem por acreditar que estavam em uma máquina virtual. Sem querer, impedimos a proliferação do vírus”.

Mais de 100 países foram atingidos pelo ataque e soou em todo o planeta uma espécie de “alerta geral”

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O vírus foi derrotado?

Isso não significa que a ameaça foi afastada: arquivos “danificados” pelo víruis ainda podem ser usados para chantagear seus donos.

E analistas de segurança alertam que novas variações do programa que ignorem o “botão” vão aparecer.

“Conseguimos parar uma versão, mas não seremos capazes de parar as próximas. Há muito dinheiro envolvido (no cybercrime) e não é preciso muito esforço para eles (os programadores) muderam o código e começarem tudo de novo”.

O que se sabe

O ataque cibernético de grandes proporções atingiu diversas empresas e organizações em 99 países, afetando até o serviço de saúde do Reino Unido.
Há relatos de computadores infectados em EUA, China, Rússia, Espanha e Itália, o que leva especialistas em segurança a acreditar em ação coordenada.

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Uma análise da empresa de antivírus Avast identificou um “enorme pico” de ransomwares pelo vírus WanaCrypt0r 2.0 (ou WCry).

“Foram mais de 57 mil infecções até agora”, disse a empresa em seu blog na tarde de sexta-feira.
No Reino Unido, houve significativo impacto sobre os arquivos digitais do NHS, equivalente ao SUS britânico. Dados de pacientes foram criptografados pelos invasores e se tornaram inacessíveis. Até ambulâncias e clínicas médicas foram afetadas.

Nos computadores invadidos, uma tela dizia “ops, seus arquivos foram codificados” e pedia pagamento de US$ 600 (cerca de R$ 1,9 mil) em bitcoins (moeda digital) para recuperá-los.

“Não é um ataque inédito, mas ele se aproveita de falhas no sistema operacional para executar um comando no computador (infectado)”, diz à BBC Brasil Fernando Amatte, especialista da CIPHER, empresa de cibersegurança.

“E ele se espalha sozinho: ao entrar em uma rede, (o malware) procura outras máquinas da mesma rede para infectá-las, sem a necessidade de interação dos usuários.”

Notícias de Rute Guerra

TV Folha Picoense

Solo de violão, incrível…

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