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QUARTA-FEIRA, 22 de NOVEMBRO de 2017

CANONIZAÇÃO

Papa canoniza Protomártires no Vaticano

Além dos nossos mártires, o Santo Padre canonizou também três Protomártires do México: Cristóvão, Antônio e João, mortos por ódio à fé, em 1527 e 1529

15 de outubro de 2017

Papa Francisco, na manhã deste domingo, saúda os presentes no Vaticano para a cerimônia de canonização dos Protomártires do Brasil

Fonte: Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano – O Papa Francisco presidiu neste domingo (15/10) na Praça São Pedro, à Canonização dos Mártires brasileiros de Cunhaú e Uruaçu: André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro, Mateus Moreira e 27 Companheiros.

Além dos nossos mártires, o Santo Padre canonizou também três Protomártires do México: Cristóvão, Antônio e João, mortos por ódio à fé, em 1527 e 1529.

Na mesma cerimônia, foram canonizados o sacerdote espanhol, Faustino Míguez, fundador do Instituto das Filhas da Divina da Divina Pastora, e o Frade Menor Capuchinho italiano, Ângelo de Acre.

Mártires de Cunhaú e Uruaçu

Nossos Beatos Mártires André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro, Mateus Moreira e 27 leigos foram assassinado, em 1645, em defesa da fé católica, em Cunhaú e Uruaçu (RN).

Em 1645, os soldados holandeses, de religião Calvinista, ocuparam o nordeste brasileiro, levando consigo um pastor protestante para convencer os residentes a renunciarem à sua fé católica.

Ao chegarem a Cunhaú (RN), onde residiam vários colonos, que trabalhavam nos canaviais, soldados e índios tapuias invadiram a Capela do Engenho de Cunhaú, durante a Missa dominical, celebrada pelo Padre André de Soveral, e os assassinaram em 16 de julho.

Aterrorizados com o episódio de Cunhaú, muitos moradores de Natal pediram asilo no Forte dos Reis Magos; outros se refugiaram em lugares improvisados. Mas, no dia 3 de outubro, foram levados para as margens do Rio Uruaçu, onde foram massacrados por cerca de 80 índios e soldados holandeses armados. Segundo cronistas da época, o leigo Mateus Moreira teve o coração arrancado pelas costas. Agonizante, Mateus repetia a frase “louvado seja o Santíssimo Sacramento”.

Beatos André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro e o leigo Mateus Moreira, que teve o coração arrancado pelas costas

Protomártires do México

Além dos Mártires brasileiros, foram canonizados também os Protomártires do México: Cristóvão, Antônio e João, crianças que morreram, em 1527 e 1529, por não renunciarem à sua fé em Jesus Cristo.

As crianças mártires de Tlaxcala representam os mártires de toda a América Latina, porque foram os primeiros a dar testemunho da sua fé”; foram os primeiros nativos de etnia americana, convertidos à fé católica, a derramar seu sangue por Cristo no continente.

Cristóvão nasceu, provavelmente, em 1514; Antônio e João por volta de 1516. Foram cruelmente mortos por seus conterrâneos porque, em nome da fé católica, rejeitaram a idolatria e a poligamia. Cristóvão morreu em 1527 e Antônio e João em 1529.

As crianças Mártires de Tlaxcala foram declaradas Padroeiras da Infância mexicana.

Outras duas Canonizações

Por fim, o Papa Francisco canonizou ainda o sacerdote espanhol, Padre Faustino Míguez, fundador do Instituto Calazans das Filhas da Divina da Divina Pastora, e o Frade Menor Capuchinho italiano, Ângelo de Acre.

Faustino Míguez nasceu em Xamirás, Espanha, em 1831. Frequentando a escola de São José de Calazans, dedicou-se à educação da infância e da juventude, aos sofrimentos e enfermidades da alma e do corpo do povo. Ciente da importância do papel da mulher na família e na sociedade, fundou, em 1875, o Instituto das Filhas da Divina Pastora, para a promoção humana e cristã das meninas, especialmente das mais pobres. Padre Faustino morreu em Getafe, aos 94 anos de idade, no dia 8 de março de 1925.

Ângelo de Acre nasceu na Calábria, sul da Itália, em 1669. Aos 18 anos, entrou para o Convento dos Capuchinhos, em Acre. Fez a profissão religiosa em 1691 e recebeu a ordenação sacerdotal. Como sacerdote dedicou-se à pregação, simples e fervorosa, acompanhada de milagres e conversões, oração e muitos êxtases. Como Provincial Capuchinho foi chamado “anjo da paz” e, como verdadeiro filho de São Francisco, achava necessário carregar cinco pedras preciosas: austeridade, simplicidade e observância das Regras, inocência de vida e caridade sem limites. Seis meses antes de morrer foi acometido de cegueira. Em 1739, com 70 anos de idade, expirou serenamente na sua terra natal, Acre, onde seus restos mostrais descansam em um grande santuário.

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